
Sinto-me deslocada...
Perdida...
Não consigo achar o caminho de volta...
Continuo a virar no sitio errado...
Algo esta errado...
E sou eu...
Olho em frente...
E continuo a ver caminho...
Uma estrada de terra batida ...
Que nunca mais tem fim...
Começo a desesperar...
Grito e ninguem me ouve...
Corro...
E corro...
Até me cansar...
Olho para o chão...
E reparo nas minhas pegadas...
Ainda frescas...
Tinha estado ali à minutos...
Continuo a correr...
A correr...
E acabei por cair...
E rasgar a minha roupa...
Estava escuro...
Muito escuro...
Decidi sentar-me...
Encostei- me a uma árvore...
Grande e bonita...
Acabei por adormecer...
Assim foi a noite...
Até ao amanhecer...
Os primeiros raios de sol batiam -me na cara...
E os passáros cantavam...
Acordei devido a uma folha que me bateu na cara...
Reparei no amanhecer...
Belo como nunca...
Segui caminho...
Caminho que tinha medo de nunca acabar...
As minhas pegadas tinham desaparecido...
Gritei novamente...
Milhões de vezes...
Penso que se tive-se ali alguém perto me ouviria...
Gritos que nunca tinha dado...
Conseguia ouvir o meu eco...
Que assustava os passáros que me acompanhavam...
Continuei...
E continuei...
Voltando à árvore que naquela noite me tinha servido de abrigo...
O céu cobriu-se de cor-de laranja...
Era o pôr-do-sol...
Decidi então ficar por ali...
Ninguem iria dar pela minha falta...
Voltei a adormecer...
Para nunca mais acordar...
Perdida...
Não consigo achar o caminho de volta...
Continuo a virar no sitio errado...
Algo esta errado...
E sou eu...
Olho em frente...
E continuo a ver caminho...
Uma estrada de terra batida ...
Que nunca mais tem fim...
Começo a desesperar...
Grito e ninguem me ouve...
Corro...
E corro...
Até me cansar...
Olho para o chão...
E reparo nas minhas pegadas...
Ainda frescas...
Tinha estado ali à minutos...
Continuo a correr...
A correr...
E acabei por cair...
E rasgar a minha roupa...
Estava escuro...
Muito escuro...
Decidi sentar-me...
Encostei- me a uma árvore...
Grande e bonita...
Acabei por adormecer...
Assim foi a noite...
Até ao amanhecer...
Os primeiros raios de sol batiam -me na cara...
E os passáros cantavam...
Acordei devido a uma folha que me bateu na cara...
Reparei no amanhecer...
Belo como nunca...
Segui caminho...
Caminho que tinha medo de nunca acabar...
As minhas pegadas tinham desaparecido...
Gritei novamente...
Milhões de vezes...
Penso que se tive-se ali alguém perto me ouviria...
Gritos que nunca tinha dado...
Conseguia ouvir o meu eco...
Que assustava os passáros que me acompanhavam...
Continuei...
E continuei...
Voltando à árvore que naquela noite me tinha servido de abrigo...
O céu cobriu-se de cor-de laranja...
Era o pôr-do-sol...
Decidi então ficar por ali...
Ninguem iria dar pela minha falta...
Voltei a adormecer...
Para nunca mais acordar...
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