
Porquê?...
Não perdo-o...
Esperavas por mim...
No mesmo sitio de sempre...
Mesmo em frente ao portão...
Recordo-me...
Sorrias...
E acenavas...
Era a melhor hora do dia...
Quando eu corria...
Corria como se não houvesse amanhã...
Para sentir de novo os teus braços...
Era o melhor abraço do mundo...
E nunca mais queria perder isso...
Perder o calor...
E o amor que entregava-mos...
Em cada momento...
Agarras-te a minha mão...
E deste-me um beijo na testa...
E assim fomos até ao carro...
Abriste-me a porta ...
E sorriste...
Logo após a volta de carro...
Deixaste-me à porta de casa...
E peguntei-te...
"Queres entrar"
E tu respondeste...
"Estava a ver que nunca mais perguntavas"...
Fechaste a porta...
Como se alguém ali dormisse...
E agarraste-me...
E pressionaste os teus lábios aos meus...
A noite era nossa...
Foi nossa...
Até ao amanhecer...
Os raios de sol entravam pela janela...
E sentia que estavas a olhar para mim...
Devido à tua respiração acelerada...
Sentia a tua mão fria...
A afastar os meus cabelos da cara...
E ao meu ouvido sussurraste...
"Está na hora"...
Não queria deixar-te...
Queria continuar assim perto de ti...
Levaste-me de novo...
Áquele portão...
Onde todos os dias me esperavas...
Despediste-te de mim...
E seguiste caminho...
O céu escureceu...
E após uma horas...
A chuva era imensa...
Tinha chegado a hora porque tanto ansiava...
Fui a correr para o portão...
Procurei-te...
Mas não estavas...
O sorriso que trazia...
Depressa desapareceu...
A chuva era cada vez mais....
Esperei horas...
Horas que pareciam anos...
Telefonava-te...
E a chamada ia sempre para a caixa postal...
A minha preocupação era imensa...
O meu telemovel tocou...
Nesse instante senti um aperto no coração...
Como se algo estivesse errado...
Atendi...
Não eras tu...
Mas era sobre ti...
"Estou , quem fala?"
A senhora que do outro lado se encontrava...
Tinha a voz tremida...
As palavras foram profundas...
Que senti a minha alma magoada...
Fiquei frágil...
E sem reação...
A minha cara depressa pálida ficou...
E o meu telemóvel em 1000 pedaços se partiu...
Quando repararam estava de joelhos a chorar a tua perda...
Os meus gritos fizeram os carros parar...
Vieram ter comigo ...
Para me tentarem acalmar...
Foi um dia do qual...
A dor foi insuportável...
Já não aguentava...
Queria morrer...
Já não existia nada porque viver...
Recordo esse dia...
Pelos bons e maus momentos...
Pegunto-me se não te tivesse deixado...
Não terias que voltar para me vir buscar...
E continuarias perto para me abraçar...
Sinto a tua presença...
Tentas proteger-me...
Continuo a sentir a tua mão fria...
E os teus sussurros...
Foi um dia em que o sol brilhou...
E que na escuridão ficou...
Não perdo-o...
Esperavas por mim...
No mesmo sitio de sempre...
Mesmo em frente ao portão...
Recordo-me...
Sorrias...
E acenavas...
Era a melhor hora do dia...
Quando eu corria...
Corria como se não houvesse amanhã...
Para sentir de novo os teus braços...
Era o melhor abraço do mundo...
E nunca mais queria perder isso...
Perder o calor...
E o amor que entregava-mos...
Em cada momento...
Agarras-te a minha mão...
E deste-me um beijo na testa...
E assim fomos até ao carro...
Abriste-me a porta ...
E sorriste...
Logo após a volta de carro...
Deixaste-me à porta de casa...
E peguntei-te...
"Queres entrar"
E tu respondeste...
"Estava a ver que nunca mais perguntavas"...
Fechaste a porta...
Como se alguém ali dormisse...
E agarraste-me...
E pressionaste os teus lábios aos meus...
A noite era nossa...
Foi nossa...
Até ao amanhecer...
Os raios de sol entravam pela janela...
E sentia que estavas a olhar para mim...
Devido à tua respiração acelerada...
Sentia a tua mão fria...
A afastar os meus cabelos da cara...
E ao meu ouvido sussurraste...
"Está na hora"...
Não queria deixar-te...
Queria continuar assim perto de ti...
Levaste-me de novo...
Áquele portão...
Onde todos os dias me esperavas...
Despediste-te de mim...
E seguiste caminho...
O céu escureceu...
E após uma horas...
A chuva era imensa...
Tinha chegado a hora porque tanto ansiava...
Fui a correr para o portão...
Procurei-te...
Mas não estavas...
O sorriso que trazia...
Depressa desapareceu...
A chuva era cada vez mais....
Esperei horas...
Horas que pareciam anos...
Telefonava-te...
E a chamada ia sempre para a caixa postal...
A minha preocupação era imensa...
O meu telemovel tocou...
Nesse instante senti um aperto no coração...
Como se algo estivesse errado...
Atendi...
Não eras tu...
Mas era sobre ti...
"Estou , quem fala?"
A senhora que do outro lado se encontrava...
Tinha a voz tremida...
As palavras foram profundas...
Que senti a minha alma magoada...
Fiquei frágil...
E sem reação...
A minha cara depressa pálida ficou...
E o meu telemóvel em 1000 pedaços se partiu...
Quando repararam estava de joelhos a chorar a tua perda...
Os meus gritos fizeram os carros parar...
Vieram ter comigo ...
Para me tentarem acalmar...
Foi um dia do qual...
A dor foi insuportável...
Já não aguentava...
Queria morrer...
Já não existia nada porque viver...
Recordo esse dia...
Pelos bons e maus momentos...
Pegunto-me se não te tivesse deixado...
Não terias que voltar para me vir buscar...
E continuarias perto para me abraçar...
Sinto a tua presença...
Tentas proteger-me...
Continuo a sentir a tua mão fria...
E os teus sussurros...
Foi um dia em que o sol brilhou...
E que na escuridão ficou...
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